terça-feira, 30 de março de 2010

A Lagartixa 03/08/2009


Um conferencista compareceu ante o auditório superlotado, carregando consigo um pequeno fardo. Após cumprimentar os presentes, em silêncio, enfeitou uma mesa forrada com toalha branca de seda, com dezenas de pérolas que trouxera no embrulho e com várias dúzias de flores frescas e perfumadas.
Em seguida apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e os distribuiu sobre a mesa com graça.
Logo depois, diante do assombro de todos, em meio aos demais objetos, colocou uma pequenina lagartixa, num frasco de vidro.
Só então se dirigiu ao público perguntando:
- O que é que os senhores estão vendo?
E algumas vozes responderam discordantes:
- Um bicho!
- Um lagarto horrível!
- Uma larva!
- Um pequeno monstro!
O conferencista então considerou:
- Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Os senhores não enxergaram o forro de seda branca que recobre a mesa. Não viram as flores, nem sentiram o seu perfume. Não perceberam as pérolas, nem as outras preciosidades. Mas não passou despercebida aos olhos da maioria, a pequena lagartixa...
E, sorridente, concluiu:
- Me pediram para subir a este palco para falar sobre crítica, portanto, nada mais tenho a dizer.

Quantas vezes não nos temos feito cegos para as coisas valorosas da vida e das pessoas? Se seu filho mostra seu boletim escolar repleto de boas notas, mas com apenas uma nota baixa em determinada matéria, qual é a sua reação? Você enfatiza e elogia as notas boas, ou reclama da nota baixa? Quando agimos assim, sem perceber, podemos estar contribuindo para a formação de uma geração que será caracterizada pelo que não é, e não por aquilo que é.
E assim acontece em muitas situações da nossa vida; em vez de focarmos nas flores e nas perolas, colocamos nossa atenção na “lagartixa”.
Tente substituir a crítica pelo elogio e pelo reconhecimento. Você vai perceber que isso tornará a vida de todos, e principalmente a sua, muito melhor!
EXTRAÍDO DE PENSAMENTOS LUCENA


Colaboração enviada por: Olavo Matias
Lições da Arca de Noé. 04/08/2009
Você já ouviu falar de Noé ? Pode ser que não acredite no dilúvio , mas toda tradição ensinada possui fundamentos , medite nestes ...




Não perca o barco.

Cada oportunidade pode ser única em nossas vidas...

Lembre-se de que estamos todos no mesmo barco.

Nossa sobrevivência depende muitas vezes da sobrevivência do nosso próximo !

Planeje para o futuro. Não estava chovendo quando Noé construiu a Arca.

Muitas vezes não podemos pressentir o que nos aguarda , precisamos aprender a confiar em Deus

Mantenha-se em forma. Quando você tiver 60 anos, alguém pode lhe pedir para fazer algo realmente grande.

Enquanto Noé construía a arca, todos zombavam dele por construir um barco no meio do DESERTO .

Não dê ouvido aos críticos; apenas continue a fazer o trabalho que precisa ser feito.

Construa seu futuro em terreno alto.

Quando olhamos para o horizonte , vemos o infinito !

Por segurança, viaje em pares.Todos com Noé entraram aos pares , isto nos trás uma nova reflexão :

Lembre-se , o Grande Homem de Nazaré nunca enviou ninguém sozinho !

A velocidade nem sempre é uma vantagem. Os caramujos estavam a bordo com os leopardos.

Temos muitas diferenças, o importante é que somos essenciais uns para os outros e podemos chegar juntos , mesmo com diferenças gritantes !

Quando estiver estressado, flutue por um tempo.

Esperar , muitas vezes , é a melhor solução , há coisas que fogem de nosso controle , relaxe e espere o dilúvio passar !

Lembre-se, a Arca foi construída por amadores; o Titanic por profissionais.

Ter a benção de Deus é garantia de sucesso .

Não importa a tempestade, pois quando você está com Deus há sempre um arco-íris de esperanças te esperando , desafiando-o para um novo começo !



Colaboração enviada por: Luis Almeida
Enviada por em 04/08/2009 EXTRAÍDO DE PENSAMENTOS LUCENA

domingo, 28 de março de 2010

nosso presbítero , da igreja de cristo em itaquera

UMA HISTÓRIA REAL: A VIDA DE ABRAMO LUCARELLI
1 de fevereiro de 2010 - Postado por Alaor Leite - 21:00 [imprimir]

“Quero ser forte e honesto como meu pai”, esta era a idéia que o jovem Abramo Lucarelli tinha de seu pai, um lenhador muito esforçado, exemplo de fortaleza e honestidade.
Seus pais, Sr. Amadeu Lucarelli e Dona Vitória Lote Lucarelli, vieram da Itália junto com outras famílias, à procura de dias melhores depois da guerra. Eles se estabeleceram primeiro em São Paulo, depois em Santo André, onde nasceu Abramo Lucarelli, filho gêmeo, em 26 de agosto de 1923. Eles se mudaram para Paranapiacaba, onde trabalhavam com toras de madeira que enviavam para as serrarias, e dos galhos das árvores faziam carvão para o comércio.
Eram quatro irmãos; faleceram dois bem jovens, mas eles tinham tudo o que precisavam: trabalho e o contato com a natureza. O Sr.Amadeu e seu filho mais velho Marinho caçavam, e Abramo também, somente usando o estilingue. Quando fez 18 anos seu pai o autorizou a usar a arma de fogo; veio daí o gosto pela caça e pesca que o acompanhou durante muito tempo.
Sendo filho de pais católicos, sua mãe, Dona Vitória, falava muito sobre o céu e Abramo, com 3 ou 4 anos de idade, já sentia curiosidade de saber como era lá no céu. Muitas vezes ficava deitado contemplando as nuvens, e quando chovia ficava olhando para ver se elas se abririam durante os relâmpagos e ele veria os santos que sua mãe comentava que estavam lá. A família ia todos os domingos à missa, conservando a tradição católica.
Com o passar dos anos acentuou-se o gosto pela caça e pesca, onde se embrenhava pela mata da Serra do Mar com os amigos, passando 2 a 3 dias por lá.
Deixando seus pais, veio a São Paulo para estudar e ter uma profissão, mas não se afastava das aventuras na mata com seus amigos.
Trabalhando no DAE (antigo departamento de águas e esgoto), foi passar um feriado de carnaval em Salesópolis, na nascente do Rio Tietê, e num baile conheceu Olivia.
Olivia nasceu em 23 de outubro de 1930, em São Simão, perto de Ribeirão Preto. Seus pais mudaram para São Paulo. Em um passeio à Salesópolis conheceu seu amado Abramo.
Quando se conheceram Abramo tinha 26 anos e Olivia 19 anos; namoraram 4 anos, pois não tinham dinheiro para casar. Continuaram trabalhando até se unirem em matrimônio no dia 10 de Abril de 1955, em São Paulo. Desta união nasceram seus filhos: Joana D’arc (1956), Gláucia (1958) e Vitor Hugo (1960). Com um amor muito grande pelos filhos, o Senhor lhes acrescentou uma filha do coração, Andréia, na época com 3 anos e meio de idade. Agora a família estava completa. Tinha um bom emprego numa multinacional, morava em Itaquera, e assim seguia a vida.
Quando Abramo comprou uma coleção de livros, junto veio uma Bíblia, a qual começou a ler em todas as folgas que tinha: no trem, na hora do almoço, em casa. Em um ano leu toda a Bíblia, mas havia um problema: ele não entendia muitas coisas. Através do convite de uma vizinha, começou a acompanhar os estudos na Igreja Batista.
Vendo o interesse na leitura da Bíblia, um amigo entregou-lhe um folheto, “Abra a sua Bíblia”, um curso por correspondência ministrado por missionários em SP. Quando terminou o estudo, um missionário veio pessoalmente à sua casa entregar-lhe o certificado e o convidou para conhecer a reunião dos irmãos em SP, que era realizada num apartamento na Rua Maria Paula.
Em 1964, houve a inauguração do templo da Igreja de Cristo na Av. Nove de Julho, onde a família Lucarelli passou a freqüentar. Apesar da distância da Zona Leste para a Zona Sul, era uma festa todo o domingo: culto pela manhã (tinham de levar o almoço, que era compartilhado com outras famílias que passavam o dia na igreja), e culto à noite, voltando para casa muito tarde.
A comunhão com outras crianças e jovens fortaleceu os laços de amor entre os irmãos Lucarelli, que até hoje guardam essas lembranças.
Trabalhando com os irmãos da congregação na Nove de Julho, cresceu no coração do irmão Abramo o desejo de estudar no Instituto de Estudos Bíblicos, que era um aperfeiçoamento mais profundo na Palavra de Deus. Agora ele precisava tomar uma decisão difícil: trocar o trabalho secular, rentável, por um trabalho em tempo integral de pregar o evangelho e ganhar almas.
Quando decidiu deixar a empresa, apoiado por sua esposa Olivia, a favor do reino de Cristo na terra, foi criticado por seus colegas de trabalho, mas tinha um único pensamento, segundo suas próprias palavras-“Eu creio num Deus vivo, não num Deus histórico. Ele é real, criador de todas as coisas e tenho certeza absoluta que Ele não vai deixar nossos filhos passarem fome”. Sábias palavras de um discípulo verdadeiro que foram ouvidas e acrescentadas pela promessa do Deus Altíssimo.
O irmão Abramo freqüentou, em tempo integral, o Instituto de Estudos Bíblicos, durante três anos, mas não abandonou o seu trabalho de visitação e evangelismo. Neste tempo teve contato com diversos professores, missionários americanos, obreiros consagrados como: Don Vinzant, Ellis Long, Howard Norton, Lynn Huff, Teston Gilpatrick, Ben Hower, Jerry Campbell, Ted Stewart, David Meadows, John Pennisi.
O desejo de alcançar almas era grande, por isso pediu a Deus que transformasse o gosto pela caça e pesca em amor às almas perdidas, e Deus o ouviu.
Numa ocasião, preocupado com a saúde de sua esposa Olívia, fez um voto de realizar todos os dias da sua vida um culto doméstico em gratidão a Deus pela vida da sua esposa, e este voto é cumprido até hoje, não importando onde estejam: em casa, no hotel, na casa dos filhos, sós ou acompanhados. O irmão Abramo também passou por uma cirurgia de ponte de safena, mas isto também não o impediu de cumprir seu ministério.
O evangelho era transmitido através de aulas e cursos pela Rádio Piratininga no programa “ABRA SUA BÍBLIA”, e uma vez por mês o irmão Abramo visitava novos alunos inscritos em qualquer lugar que estivessem.
Pela distância e pouco tempo que dispunham, utilizavam um avião pequeno, para seis pessoas, onde eram feitas viagens para outros estados. O piloto era o irmão Carl Henderson. Nas viagens realizadas visitavam, entregavam certificados, reuniam pessoas para ouvir a palavra, convidando-as de casa em casa. Sempre que possível, eram acompanhados por suas esposas, seguindo viagem onde tivessem pessoas interessadas no evangelho.
As viagens alcançavam cidades do interior de São Paulo, divisa de Minas Gerais/Bahia, Goiás, Paraná, pelo Rio Tocantins - era o evangelho que chegava, com responsabilidade, por um servo fiel.
Ele freqüentou todos os encontros ENOC realizados no acampamento, e nas temporadas de férias dos acampantes, lá estava o irmão Abramo, ensinando aos jovens e crianças tudo o que sabia sobre trilhas, sobrevivência na mata e amor à natureza de Deus.
O seu amor pelas almas alcançou o bairro de Itaquera, quando encontrou um antigo colega de trabalho (Sr. José Vivian, esposo da irmã Nerci) e ofereceu-lhe um estudo. O Sr. José o recebeu em sua casa, juntamente com seus familiares. Ouviram, aceitaram a voz de Cristo e foram batizados. O Evangelho alcançou assim as famílias: Vivian e Lopes.
Após o batismo, as famílias Vívian e Lopes freqüentavam a Igreja de Cristo na Av. Nove de Julho. Essa viagem era uma alegria, pois trazia comunhão e companheirismo. Por causa do crescimento, fez-se necessário encontrar um lugar mais próximo e, então passaram a se reunir nas casas dessas famílias até finalmente chegar à casa do irmão Abramo, onde permaneceram 8 anos. Com o decorrer do tempo, foi necessária uma reforma na casa, pois não comportava mais o número elevado de irmãos reunidos.
O evangelismo também era feito no ponto de ônibus, quando o irmão Abramo, dirigindo uma Brasília, oferecia carona até o centro de SP, e oferecia cursos e aulas às pessoas; muitas foram alcançadas assim.
A visão dos irmãos foi despertada para a necessidade de se comprar um terreno a fim de construírem um prédio adequado. Muitos irmãos de outras congregações, principalmente do exterior, deram suas contribuições à igreja em Itaquera. Os nossos irmãos da igreja Central, em Amarillo, Texas, desde aquela época decidiram ser nossos parceiros nesta obra. Deram quase o valor total do dinheiro para a aquisição do terreno, o qual foi comprado e a obra de construção iniciada em 1984. No dia 31 de janeiro de 1987, o primeiro culto foi realizado no segundo subsolo, que então era a única parte construída. Após muitos anos de luta e bastante trabalho, o prédio foi inaugurado em 07/07/2001.
A vida do irmão Abramo, consagrada ao evangelho e amor pelos irmãos, levou inspiração a outros obreiros em todo o Brasil e fora dele também. Por ocasião do lançamento do livro ”The Exodus Mistery”, o seu autor, irmão Ted Stewart, um evangelista-nato, fez a seguinte dedicatória ao irmão Abramo.
“Prezado irmão Abramo: Capítulo 4 a 6, falam de Abraão. E você, Abramo, é um herói da fé como Abraão. Seu exemplo de amor e evangelização me inspira. Um dia seremos unidos pela eternidade com o nosso Senhor Jesus Cristo no céu. Oro a Deus que este livro vai fortalecer a sua fé ainda mais - se é possível. Seu irmão na fé e no amor, TED STEWART.
O irmão Abramo Lucarelli recebeu o título de Bacharel em Estudos Bíblicos em 18/12/71, e Mestre em Estudos Bíblicos em 04/02/73.
Iniciou serviços na congregação da Nove de Julho como membro, depois evangelista, e finalmente como presbítero durante 24 anos seguidos. Afastou-se para cuidar da congregação em Itaquera juntamente com seu genro e obreiro Ricardo Samaan.
Relatamos muitos fatos da vida do irmão Abramo Lucarelli, mas podemos resumir tudo em poucas palavras: “ALEGRIA EM OBEDECER AO CHAMADO DE JESUS’’.
Em suas próprias palavras, o irmão Abramo resumiu assim a implantação da Igreja do Senhor em Itaquera:
“Fui evangelizando... evangelizando... evangelizando, teve batismos, e a igreja surgiu assim”.
Simples assim, porque já estava no coração de Deus. A Ele seja a glória para todo o sempre. Amém!

Wasty da Cunha Granzotti 30/10/2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

a menina violentada

uma menina foi a uma festa e no final demorou-se um pouco mais do que tinha planejado e teve que voltar sozinha para casa.
Ela não tinha medo porque era uma cidade pequena e só vivia a poucos quarteirões de distância
Enquanto caminhava sob as árvores altas, Diane pedia a Deus para protegela de mal e perigo.
Quando ela chegou a um beco, que lhe pouparia tempo para chegar em casa, decidiu tomar o caminho mais curto.
Enquanto caminhava ela percebeu um homem de pé no final do beco como se a estivesse esperando.
Ela tornou-se inquieta e começou a 0rar, pedindo a Deus para protegê-la.
Um sentimento de segurança e tranqüilidade a envolveu, sentiu como se alguém estivesse andando com ela.
Quando chegou ao final do beco, passou ao lado do homem e logo chegou em casa com segurança.
No dia seguinte, leu no jornal que uma menina havia sido estuprada, no beco, apenas 20 minutos depois de ter estado lá. Abalada pela tragédia, e sabendo que poderia ter sido ela, começou a chorar e a.
Dar graças a Deus por sua ajuda. E para ajudar a vítima a jovem, decidiu ir para a delegacia.
Ela sentia que poderia reconhecer o homem, então ela contou o que tinha acontecido.
A polícia perguntou se ela queria ver os suspeitos e se ela poderia identificar o homem.
Ela concordou imediatamente e indicou o homem que tinha visto na noite anterior, no beco.
O oficial agradeceu a colaboração de Diane e perguntou se poderia fazer algo por ela.
Ela perguntou se poderia fazer uma pergunta ao homem. Diana estava curiosa para saber por que o homem não a tinha atacado.
Quando o oficial perguntou ao homem, ele disse, 'Porque ela não estava sozinha, vinha com dois homens altos, um em cada lado dela. "
Acredite ou não, você nunca está sozinho.

Deus está sempre com você, embora você talvez não acredite nem pessa para que ele o acompanhe.
Adaptado de um texto enviado-me em espanhol