domingo, 5 de junho de 2011

UM FALSO TESTIMUNHO COM CREDIBILIDADE

por Johnny T. Bernardo

UM FALSO TESTEMUNHO COM CREDIBILIDADE

Eu li este artigo, no geizah. É um artigo extenso escrito porJohnny T. Bernardo é colaborador do Genizah

E o que me impressiono é com pessoas cristãs podem lançar mãos de um recurso tão esdrúxulo, para conseguir algum benefício próprio. Leiam com bastante atenção, e se desejarem leiam o artigo na íntegra no cite citado acima. Eu não estou preocupado, com a denûncia, os interessados que cuide disto , estou chocado com o falso testemunho, talvês porquê estou sendo vítma de uma perseguição religiosa, e há denûncias mentirosas. E o que eu acho pior e, que as pessoas que receberam as denûcias não me procuraram para saberem a verdade

A CCB está no epicentro de uma crise que se arrasta por quase 11 anos, e que tem como protagonistas Jorge Couri (atual presidente da instituição), Jeremias Guido (diácono e braço direito de Couri) e o motorista Sérgio. Do outro lado, encontramos José Nicolau - ex – presidente da CCB e vítima do que alguns chamam de “complô do clã Couri”.

Entre os que defendem o retorno de Nicolau à presidência, os sites CCB a Verdade e CCB a Realidade destacam - se não somente pela maneira como apresentam os fatos, mas também por serem os primeiros meios de comunicação a ventilarem de maneira transparente o que se passa por trás da CCB. Detalhe: ambos são coordenados por membros da Congregação Cristã no Brasil. É uma novidade, dada a aversão de alguns anciões ao conhecimento e a cultura de uma maneira geral.

A confissão de Sérgio (“o motorista”)

Sérgio Anísio Soares Alves (o motorista) foi o primeiro a confessar participação na trama, como fica depreendido de uma carta de cinco páginas endereçada a José Nicolau. Nela, revela em detalhes como tudo teria acontecido.

“Bem, tudo começou com um telefonema que eu não imaginaria um dia receber do irmão Jorge Couri, no mês de fevereiro... Ele me disse que chegou até mim porque alguns irmãos lembraram que eu trabalhava para o irmão José Nicolau e andava com ele. Me perguntou se teria acontecido alguma coisa e porque eu parei de andar com o irmão. Disse que não, porque? Porque o que levou-nos a tirar o ministério dele foi que apareceu dois irmãozinhos que disseram e provaram que ele tentou alguma coisa sexualmente com ele e nós. Achamos que podia ter acontecido a mesma coisa com você. Disse que não...”

Convidado para uma conversa em São Paulo, Sérgio foi convencido por Couri de que José Nicolau seria mesmo homossexual e que também estaria envolvido no desvio de verbas da CCB. No entanto – conforme revelou Couri ao motorista – as evidências ainda não seriam suficientes para emplacar uma punição definitiva a Nicolau e que o testemunho dele poria fim ao caso. Foi quando Jorge Couri lhe fez uma proposta indecente.

“Preciso de você porque este fato está consumado, mas tem alguns irmãos que não acreditam ainda. Como muitos viram você em vários lugares com ele, se você falar isto vai ficar encerrado de uma vez e não vai haver dúvidas com os irmãos do ministério (...) Você ficava na casa dele à tarde, não ficava? ‘Sim, eu ficava’. Então você faz isto que você não vai se arrepender. Então o que eu devo falar? É simples, você só vai falar que em uma tarde você estava no quarto descansando, esperando ele se banhar para ir para a igreja, quando ele saiu do banho e falou para você se aprontar e entrou no quarto quando você estava se arrumando e foi se ajoelhando em direção ao seu (...) para fazer sexo oral. Eu falei: Mas irmão, falar isto não é verdade. Eu sei, mas ele fez isto com mais dois e você falando acaba este impasse pelo bem da obra”.

Encerrada a conversa – tendo o motorista aceito prestar falso testemunho contra José Nicolau – Couri lhe ofereceu R$ 500,00 paras as despesas de viagem e afirmou que mais viria caso ele cumprisse com o combinado. Dois dias depois retornou a São Paulo para um encontro com Messias – que curiosamente teria sido seu ancião – e com o cooperador Marcilho. Como da primeira vez, o encontro foi realizado no apartamento de Couri.

“Peguei o ônibus aqui em Itápolis às 02h30 e cheguei 09h00 no Brás. Mais uma vez um irmão me levou até o apartamento dele e quando cheguei lá estavam os irmãos Messias e Marcilho que foram meu ancião e meu cooperador e me conhecem desde que eu era neném de colo e iriam ficar horrorizados ao saber aquilo que o irmão Jorge tinha pedido para mim falar. Então o irmão Jorge disse: Sérgio, conta para eles aquilo que você falou para mim no telefone, e então eu contei o que havia sido combinado, falei do mesmo jeito que ele tinha dito para mim falar. E mais uma vez quando fui me despedir ele me saudou e disse: Deus te abençoe, este é para sua viagem. E pôs no meu bolso e fui embora. O irmão Messias e o irmão Marcilho me levaram na rodoviária e eu fui contar o dinheiro na hora de comprar a passagem e tinha mais de R$ 500,00 e vim embora para Itápolis.”

domingo, 6 de fevereiro de 2011

EM BUSCA DA FELICIDADE


Uma das coisas que mais o homem busca é a felicidade.
E o que mais se ouve
as criaturas afirmarem é que são infelizes.
Esse é infeliz porque não tem dinheiro.
Outro, porque lhe falta saúde, outro
ainda, porque o amor partiu,ou nem chegou.
Um reclama da solidão.
Outro, da família numerosa que
o atormenta com mil problemas.
Um terceiro aponta o excesso de trabalho.
Aquele outro, reclama da falta dele. ... Veja mais
Alguém ama a chuva, o vento e o frio.
Outro lamenta a estação invernosa que
não lhe permite o gozo da praia, dos gelados e do calor do sol.
Em todo esse panorama, o homem continua em busca da felicidade. Afinal, onde será que Deus ocultou a felicidade?
Soberanamente sábio, Deus não colocou
a felicidade no gozo dos prazeres
carnais. Isso porque uma criatura
precisa de outra criatura para atingir a sua plenitude.
Assim, quem vivesse só pelos roteiros da terra,
não poderia encontrar a felicidade.
Amoroso e bom, o Pai também não
colocou a felicidade na beleza do corpo.
Porque ela é efêmera. Os anos passam,
as estações se sucedem e a beleza
física toma outra feição.
A pele aveludada, sem rugas, sem manchas,
não resiste ao tempo. E os
conceitos de beleza se modificam no
suceder das gerações. O que ontem era
exaltado, hoje não merece aplausos.
Também não a colocou na conquista
dos louros humanos, porque tudo isso é
igualmente transitório.
Os troféus hoje conquistados,
amanhã passarão a outras mãos, mostrando a
instabilidade dos julgamentos e dos conceitos humanos.
Igualmente, Deus não colocou a felicidade
na saúde do corpo, que hoje se
apresenta e amanhã se ausenta.
Enfim, Deus, perfeito em todas as suas qualidades,
não colocou a felicidade
em nada que dependesse de outra pessoa,
de alguma coisa externa, de um tempo
ou de um lugar.
Estabeleceu, sim, que a felicidade
depende exclusivamente de cada criatura.
Brota da sua intimidade.
Depende de seu interior.
Como ensinou o extraordinário Mestre Galileu:
"o reino dos céus está dentro de vós."
Por isso, se faz viável a felicidade na terra.
Goza-a o ser que não coloca
condicionantes externas para a sua conquista.
É feliz porque ama alguém, mesmo
que esse alguém não o ame. É feliz porque
pode auxiliar a outrem, mesmo que não seja reconhecido.
É feliz porque tem consciência de
sua condição de filho de Deus, imortal,
herdeiro do universo.
Não se atém a picuinhas, porque tem
os olhos fixos nas estrelas, nos
planetas que brilham no infinito.
Se tem família, é feliz porque tem
pessoas para amar, guardar, amparar.
Se não a tem, ama a quem se apresente carente e desamparado.
Se tem saúde, utiliza os seus dias
para construir o bem. Se a doença se
apresenta, agradece a oportunidade do aprendizado.
Nada de fora o perturba.
Se as pessoas não o entendem, prossegue na sua
lida, consciente de que cada qual tem
direito a suas próprias idéias.
Se tem um teto, é feliz por poder
abrigar a outro irmão, receber amigos. Se
não o tem, vive com a dignidade
de quem está consciente de que nada, em
verdade, nos pertence.
Enfim, o homem feliz é aquele que
sabe que a terra é somente um lugar de passagem.
Que sabe que veio do pó e para o pó voltará e quando cessar o seu tempo, retornará seu espírito a Deus que o criou.